A aprovação foi baseada em dados de um ensaio clínico envolvendo 133 pacientes portadores de sarcoma de partes moles.Os pacientes selecionados deveriam ser portadores de sarcoma de partes moles não tratável por cirurgia ou radioterapia com intensão curativa e com tipo histológico no qual um antracíclico fizesse parte do esquema de tratamento quimioterápico,mas que ainda não havia sido administrado.Os pacientes foram randomizados para serem tratados quer com a associação do Olaratumab com doxorrubicina versus a Doxorrubicina isoladamente.O Olarutumab foi administrado na dose de 15mg/Kg por via intravenosa nos dias D1 e D8 de ciclos repetidos a cada 21 dias.Todos os pacientes receberam a Doxorrubicina na dose de 75mg/m² por via  intravenosa no D1 de ciclos repetidos a cada 21 dias por um máximo de oito ciclos.O Olaratumab foi administrado a pacientes no braço da doxorrubicina isolada no caso de progressão da doença.Os pacientes tratados com a combinação(Olaratumab+Doxorrubicina)obtiveram uma estatisticamente significativa melhora na sobrevida global comparado com o grupo tratado só com a Doxorrubicina.Os paciente tratados com a combinação tiveram uma sobrevida global média de 26,5 meses e dos tratados com a Doxorrubicina isolada de 14,7 meses.A sobrevida média livre de progressão foi de 8,2 meses nos pacientes tratados com a combinação e de 4,4 meses naqueles tratados com a Doxorrubicina isolada.A taxa de resposta global foi de 18% no grupo tratado com a combinação e de 8% nos grupo tratado só com a Doxorrubicina.